Trajetória Energimp 26 de novembro de 2020

Trajetória Energimp

A Energimp evoluiu. Para este crescimento, toda a trajetória até aqui foi vencedora. A empresa nasceu em 2000. Foi criada pela fabricante de aerogeradores argentina IMPSA. Por meio de sua subsidiária, WPE, a IMPSA controlaria a Energimp e forneceria aerogeradores para os seus projetos, gerando o impulso inicial para a fábrica dos argentinos em Pernambuco no contexto do Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica – PROINFA.

Em 2010, 363,3 MW vendidos no PROINFA, distribuídos por complexos em SC e CE, entraram em operação.  Ao mesmo tempo, o FI-FGTS adquiriu uma participação minoritária de 45% da Energimp. Mais 220 MW adicionais, vendidos em leilões de energia de reserva, seguiam em desenvolvimento no estado do Ceará.

Em 2014, a WPE entrou em recuperação judicial, encerrando suas atividades locais de fabricação e manutenção de aerogeradores, assim como de fornecimento de peças sobressalentes. A Energimp foi afetada diretamente, à medida que seus geradores começaram a apresentar defeitos, já sem nenhum apoio do fabricante.

Os complexos da Energimp chegaram a ter 85% de suas máquinas paradas, com efeito danoso na receita da empresa. Os 220MW adicionais em construção ficaram pelo caminho e geraram um desafio adicional para a empresa.  Penalidades foram aplicadas pelos órgãos reguladores, por conta da não finalização dos parques.

Em 2016, a Energimp iniciou a renegociação de sua dívida com a Caixa Econômica Federal, com o intuito de reparar ou trocar todos os seus aerogeradores. Em 2018, com o apoio da CEF e já com o FI-FGTS como controlador, por meio de um acordo de acionistas, a geradora assinou um contrato de compra de 242 novos aerogeradores da fabricante chinesa Goldwind International.

A opção pela compra de novas máquinas deveu-se à similaridade dos projetos técnicos entre IMPSA e Goldwind, ambos de origem alemã. Entre 2018 e 2020, de maneira inédita no brasil e no mundo, 193 aerogeradores foram trocados nos complexos de Santa Catarina e Ceará, sem nenhum incidente operacional, e os 49 aerogeradores restantes serão trocados até 2023.

O Novo Momento Operacional da Empresa

Os acionistas optaram por uma troca de liderança em 2020. Além das substituições de Diretor Geral (CEO) e Diretor Administrativo-Financeiro (CFO), a Energimp criou uma terceira posição executiva, a de Diretor Técnico Operacional (COO – Chief Operating Officer).

A partir de metas operacionais traçadas e a implementação já encaminhada, o horizonte tático está delineado. Com o apoio uníssono dos acionistas, conselho de administração e Caixa Econômica Federal, a Energimp começará a traçar planos estratégicos para voltar a crescer a partir de 2021.

Nova identidade e jeito de ser da Empresa

A Energimp nunca teve identidade ou espaço físico próprio, e diversos de seus processos administrativos sempre estiveram ligados à empresa-mãe.

Com base em entrevistas com colaboradores e a filosofia de liderança trazida pela nova gestão, Missão e Jeito de Ser foram delineados, a marca da empresa foi repaginada e um novo escritório administrativo está sendo montado em Fortaleza, com inauguração esperada para o início de 2021.

A Missão da empresa foi desenhada para ser tangível e conectada ao dia a dia de seus colaboradores e demais stakeholders:

Gerar resultados sustentáveis para nossos acionistas e desenvolvimento para a nossa gente

Gerar energia com responsabilidade ambiental

Gerar bem estar social para as nossas comunidades e desenvolver parcerias com nossos fornecedores

O Jeito de Ser da empresa busca incorporar a filosofia de gestão trazida pelo novo time de liderança às expectativas dos colaboradores:

Somos protagonistas, gestores do negócio e comprometidos com resultados

Somos descomplicados e interessados em aprender

Somos diversos e respeitamos nossas diferenças

O Futuro da Energimp

A partir de metas operacionais traçadas e a implementação já encaminhada, a empresa se esforça em paralelo para enfrentar os desafios causados pela não construção dos parques de Ceará II e IV.

Mas o horizonte tático está delineado. Com o apoio uníssono dos acionistas, conselho de administração e Caixa Econômica Federal, a Energimp começará a traçar planos estratégicos para voltar a crescer ainda mais, a partir de 2021.

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